partido político não é time de futebol, nem escola de samba, nem grêmio associação de boi. Partido político não é a Horda nem a Aliança, não é Beatles nem Stones. Não é Nintendo nem Sony. Partido político não é religião (embora andem se confundindo ultimamente). Partido político não pode nem deve ser amado incondicionalmente, defendido além da verdade e da razão, digno das maiores indignidades em seu nome.
Um partido político é um grupo de pessoas com idéias afins (acredite, a idéia é que eles tivessem idéias!) que se organiza em prol de um projeto de país e de governo (essa coisa que também saiu de moda). Se você defende o seu partido político cegamente, acriticamente, estupidamente, você não me dá escolha: eu vou acreditar que você é cego, acritico e estúpido.


Acabei de perceber que algumas pessoas vieram parar neste blog (via gúgou) em busca do “Crimen Solicitaciones”, um documento da igreja datado de 1962 que orienta as paróquias a lidarem com os casos de “crime de solicitação” — um eufemismo para violência sexual — praticado por padres. O documento foi aparentemente redigido por um tal Joseph Ratzinger (curiosamente, este também era o nome usado pelo 