#WOW Noob Pride, ou Como o Grind acaba moendo toda a diversão.

Grind...

Não tenho a intenção de ditar como as pessoas devem se relacionar com seus brinquedos. Muito pelo contrário! Mas a impressão que tenho é que a forma como muitas pessoas jogam World of Warcraft e outros MMORPGs é tudo menos divertida.

Para quem não conhece o World of Warcraft, ou tem ao menos alguma familiaridade com MMORPGs, este post pode ficar um pouco esotérico. Mas eu vou fazer o possível para tentar esclarecer meu ponto de uma forma didática.

Não faz assim tanto tempo que eu comecei a jogar World of Warcraft. Pelas minhas contas, instalei o jogo no meu notebook velho de guerra (depois de uma rápida luta contra o Wine no meu Ubuntu) nos idos de outubro do ano passado. Mas apesar de conhecer aquele “mundinho paralelo” a menos de um ano, já pude experimentar algumas das muitas formas de se expecienciar o mundo de Azeroth.

Logo nos primeiros dias, tudo é novo: os cenários, os personagens e suas habilidades, a interação com outros jogadores, a música — tudo. É um mundo muito bonito, e a Blizzard não economizou nem nos cenários nem na construção dos personagens controlados pelo computador. É tudo fascinante e divertido. E este é um momento mágico, tipo “criança descobrindo o mundo”, que talvez já tenha sido esquecido por muitos dos jogadores mais antigos.

Depois, com o passar do tempo, o jogador começa a se acostumar (e a não se surpreender mais tanto) com o jogo, começa a dominar o manuseio das habilidades de seu personagem, começa a aprender as primeiras “dicas” de como jogar melhor, e o simples prazer de “caminhar pelo mundo fazendo quests e descobrindo coisas” já não é mais o suficiente. Ele quer começar a se tornar “bom” no jogo, por competição ou pura pressão dos outros jogadores. É o momento em que começa a se deixar de ser “noob”, e onde podemos começar a esquecer o quão leve e encantadora podia ser a experiência do jogo.

“Noob”, para quem não conhece a terminologia dos MMORPGs (e talvez dos games em geral), é a pessoa que não domina — ou aparenta não dominar — os usos e práticas considerados adequados dentro do ambiente do jogo. E para quem não sabe, estes usos e práticas são um bocado estritos. Quando se começa a ir nas primeiras aventuras conjuntas com outros jogadores randomicamente escolhidos (uma prática comum no World of Warcraft, chamada PUG), nosso pobre noob começa a ser bombardeado constantemente por críticas e impropérios cada vez que inadvertidamente não usa uma de suas habilidades “na hora certa”, ou ataca o monstro errado, ou na hora errada ou, pior ainda, manifesta ter interesses diferentes ou pontos de vista diferentes daqueles aparentemente partilhados por uma grande parte dos jogadores. Do lado de lá, como do lado de cá, Azeroth é um lugar cheio de gente disposta a criticar os outros e dizer como você “deveria ser”.

Como diz o ditado, “água mole e pedra dura, tanto bate até que fura”. E com o tempo, a junção de uma pitada de vaidade — que pode te levar a querer ser considerado “bom” naquilo que está fazendo — e baldes de críticas e admoestações, começam a fazer efeito. Antes que você perceba, você já está querendo descobrir “qual é o modo certo de jogar”, “quais os melhores equipamentos para a sua classe e onde conseguí-los”, qual a “ordem correta de uso das habilidades em cada situação”, e coisas do gênero. O jogo deixa de ser um passatempo, do prazer de explorar um ambiente virtual rico e estonteante, e se transforma em um hobby. E não é um hobby qualquer. Trata-se de um hobby com uma sociedade de cultivadores 24 horas online, extremamente ativa e com regras sociais bem definidas. E também um hobby que te absorve, mesmo contra a vontade.

Em pouco tempo você já está passando horas a fio explorando, ou “correndo”, as mesmas aventuras de novo e de novo em busca daquele machado específico que aquele monstro específico “dropa” uma a cada 1000 vezes que você o mata. Em pouco tempo já está deixando de lado as aventuras que não são parte das “cadeias de quests” que dão os melhores items, e, pior ainda, nem se dá mais ao trabalho de ler a descrição das aventuras que está fazendo. Você tem pressa, e tem muito a fazer. O caminho rumo ao nivel 80 é demorado, e você precisa se apressar. O pessoal da sua guilda “tá esperando” que você chegue logo, já que depois de alcançar o nível 80 “será só o começo da caminhada em busca dos equipamentos certos para poder se fazer as raids”.

Estou começando a soar esotérico? Ok, é hora de explicar alguns termos.

Raids são as aventuras mais complexas e longas, e também as mais cobiçadas, entre a maior parte dos jogadores de World of Warcraft. Envolvem de 10 a 25 jogadores ao mesmo tempo, e por conta de sua dificuldade demandam uma grande organização e cooperação por parte de seus participantes. Além disso, para participar de uma Raid, seu personagem tem que estar muito bem equipado — por vezes é preciso se ter os melhores equipamentos que existem — e boa parte dos outros jogadores levam esta necessidade à risca. Então, para fazer uma Raid, você não apenas precisa chegar ao nível 80 com seu personagem, mas também precisa correr milhares de vezes algumas aventuras específicas até conseguir acumular todas as peças de equipamento descritas nos fórums do jogo como adequadas para se fazer esta ou aquela raid específica. E eu não estou certo de que a questão seja exatamente que não seja possível fazer as Raids com outras peças de equipamento. A questão é que dificilmente você encontrará alguém disposto a fazê-las junto a pessoas que não possuem “o equipamento certo”. Pode até fazer sentido, mas é um saco!

Existe um termo para designar este esforço prolongado, e por vezes repetitivo, para “ganhar níveis e equipamento”, ou “levelar”, seu personagem: GRIND. A palavra, que no inglês tem como um de seus significados o ato de “moer”, é aplicada também para designar esta “moedora” prática nos MMORPGS. E quanto tempo pode levar este “grind”? Semanas, meses. Ouvi dizer que em alguns MMORPGS pode levar até anos. Todo este tempo é empregado em atividades repetitivas, por vezes levando alguns jogadores até a montarem “escalas de grind” para si mesmos, e cumprí-las caprichosamente, em busca daquela peça de armadura que só é possível de obter depois da ducentésima vez que você entra naquele dungeon específico. Perder tempo passeando pelo mundo, descobrindo lugares novos, fazendo quests com calma? Nem pensar. Se você quer fazer as Raids, prepare-se para não só passar boa parte do seu tempo se cobrando fazer aquela aventura heróica específica 4 vezes no mesmo dia, mas também para ter que responder a todo tempo para seus colegas de jogo “como vai o seu leveling”.

E eu gostaria de estar exagerando. Há alguns meses atrás, ainda um tanto inocente a respeito do mundo dos “power players” de World of Warcraft, resolvi criar uma guild (grupo permanente) de jogadores, onde pretendia ter uma oásis livre de toda esta pressão. Acreditava que seria capaz de reunir outros jogadores que, assim como eu, gostavam mais de passear pelo mundo, fazer quests com calma, ajudar uns aos outros, e por vezes apenas conversar sobre o jogo, do que a entregar-se ao Grind ou ficar criticando a todos por não estarem “jogando certo” quando não seguiam as disciplinas adequadas de “treinamento” e “nivelamento de personagem”.

A princípio a minha guilda teve algum sucesso. Era considerada por muitos de seus membros como “A guilda mais bacana, e mais tranquila, que já haviam visto”. Mas foi uma questão de tempo até que as primeiras pessoas na guilda começassem a ceder à pressão exterior e começassem a se dedicar quase que exclusivamente ao grind. Muitos sequer se davam ao trabalho de interagir com os outros membros que não estavam “grindeando”. Daí, foi uma questão de dias até que boa parte delas deixasse a guilda em busca de uma “grinding guild” (guildas especializadas em ajudar jogadores no grind) ou uma “raiding guild” (aquelas que se especializam na organização e realização das Raids, aquelas almejadas aventuras de 10 a 25 jogadores). Os que ficaram só sabiam reclamar que a guilda não era mais como antes. Quando instados a ajudar no reestabelecimento da guilda, boa parte deles alegou estar também “muito ocupado levelando este ou aquele personagem, ou fazendo raids”.

E é assim que acontece. Depois do idílio inicial no World of Warcraft, boa parte dos jogadores acaba cedendo à pressão externa ou à tentação do power-gaming — que se traduz em horas lendo forums para encontrar a lista perfeita de habilidades para seu personagem e o uso mais eficiente das mesmas, e em mais incontáveis horas de grind. E o Grind não costuma ser divertido em si, excetuando raras e memoráveis ocasiões. E para aqueles que não desejam entrar neste círculo vicioso, resta o desprezo de boa parte dos jogadores — que consideram que você está “jogando errado” — e uma infinidade de impropérios incluindo as palavras “fucking noob”.

Um dos grandes problemas dos “jogos sociais” é que eles são um ambiente de reprodução de muitas das coisas que detestamos na sociedade real onde vivemos. Entre elas, o total desrespeito ao direito à diferença e à individualidade.

E foi assim que me tornei um jogador bastante anti-social de World of Warcraft, criando personagens novos sem contar nada para meus “colegas de jogo” e jogando eles como bem entendo — alheio às guildas e às almejadas raids. Porque já me basta ter que ouvir o tempo todo na vida real aquilo que eu devo ser e o que devo fazer. No meio da minha diversão, não! Aprendi a ostentar com orgulho, tanto lá como cá, os títulos que ora me foram impetrados como críticas. Eles são o signo de que me dou o direito de viver e jogar em paz. =)

Abraços nerds e noobs,
do Duende.

13 Respostas to “#WOW Noob Pride, ou Como o Grind acaba moendo toda a diversão.”

  1. ei, rapaz! to viciadíssimo em wow por aqui tbm. jogando um pouco mais de um mes, acho q ainda estou na fase “admirável mundo novo”…
    mas engraçado q o q eu mais gosto são as battlegrounds, justamente onde a competição entre os jogadores é completamente explícita.
    bom q pelo menos por enquanto (lvl 40+) os equipamentos não são o mais importante, e sim a jogabilidade. e é preciso algum treino pra encarar o teclado como um bom joystick, né. e viva a horda!😀

    • Inclusive… falando de macros…

      Se você quiser, me diga qual a sua classe e nível, e que skills você usa, e eu te sugiro uns macros. =)

      • oi, duende! só agora vi sua resposta.
        entaum, tô com um sub rogue com princípio de assassination, build q pesquisei pra pvp/bgs q até agora to gostando bastante. to no lvl 53 e as principais skills de ataque q uso são ambush, backstab, coldblood/eviscerate (uma macro pra essas duas seria perfeito)…

        olhe a build q estou planejando: http://www.wowhead.com/talent#fuxfoxMoZ0oZcbfbhGddAdkfob:zwZV
        dei mole em gastar 2 pontos em blood spatter, podia ter colocado em remorsless attack. gastei um ponto a toa em Dual Wield Specialization tbm….

        li rapidamente sobre as macros aqui no trampo, mas preciso do jogo pra testar e ver se entendi direito. :p vc já jogou de rogue? melhor classe, naum é?! huehuehueu abs

  2. Sei como são estas coisas. =)

    Acho que até o nível 40-45, a pressão ainda é mínima. No máximo você tem algumas pessoas chamando você de noob quando você faz alguma coisa considerada “errada” em um dungeon. O fato é que quanto mais baixo o nível dos personagens, mas alto parece ser o nível de “simpatia” dos jogadores uns com os outros. O triste é que lá pelo nível 70-75 as pessoas mal falam umas com as outras. No nível 80, na maior parte dos casos, só se fala o estritamente necessário…

    A competição não é ruim. Pode ser divertida, dependendo da maneira como as pessoas a levam. Acho que bem pior do que a competição é a “patrulha do equipamento e spec correto”. =)

    Na maior parte dos casos, o pessoal só começa a encher o saco com equipamento lá no nível 80. Antes disso, pelo contrário, tem gente que até te censura por se preocupar com equipamento. “Equipamento não importa antes no nível 80. Vai nivelar, noob!”, eles dizem. =)

    Quanto ao teclado como joystick, com um certo domínio de /macros, você pode otimizar um bocado a sua experiência de jogo (e diminuir o número de teclas que você vai precisar se preocupar). Os /macros também são úteis para coisas mais lúdicas. Eu tenho um monte de macros que unem gestos com frases pre-definidas, ou que juntam yells com usos de poderes. (tipo o meu “Rise from your earthen grave, unholy ghoul!” quando invoco o Risen Ghoul do Death Knight).

    Abraço do Verde.

  3. ihh… esse post entra em assuntos muito além do que ele realmente fala, afinal, wow é um jogo que interage com pessoas, e por ser um jogo relativamente fácil de se gostar, temos pessoas de todas as idades, credos, maturidade, criação e cultura.
    temos muitas pessoas que jogam wow, que são excluidas socialmente, e ao primeiro momento que as mesmas pessoas tornam-se de alguma forma especial, naturalmente elas acabam deixando o ego inflar de maneira absurda. existem muitos aspectos em relação a isso, vivemos em uma sociedade competitiva, e lógicamente o jogo estimula a competitividade. lógico que ele oferece muito mais que isso… mas nem todo mundo se importa =/

    • Concordo com você, meu caro cara. Aliás, eu não quis “pronunciar” esta conclusão, justamente para ver se alguém ia “levantar a bola”.

      Creio sim que o WOW, como qualquer outro jogo social (incluindo os MMORPGs todos), não apenas imite como também explicite algumas questões sociais e psicológicas. Creio que há muitos casos de pessoas reprimidas em sua vida fora do jogo que aproveitem o espaço onde podem se ver — por vezes — empoderados e protegidos pela anonimidade para “dar o troco”. Da mesma forma, os gostos e a complexidade dos enfoques e afetos de cada pessoa se expressa em sua forma de jogar e de perceber o jogo. Um pouco disso deve ser discutido neste livro aqui (sobre o qual já bloguei a respeito).

      Outro motivo pelo qual não entrei nesta dimensão da discussão é simplesmente pq não queria transformar tudo, até meu saco cheio com os levelers, raiders e grinders do WOW, em um debate psicosociológico. =)

      Mas no fundo no fundo, eu sei que este problema é uma “metáfora in-game” de complexidades das relações humanas “do lado de cá”.

      Abraços do Verde.

  4. Olá Fred!

    Eu tenho uma Rogue (que está no nível 25 agora), e acho a classe bem interessante mesmo. Mas atualmente estou gostando mais da minha paladina. Acho que é bacana explorar as classes. Mas sobretudo, é mais importante a gente jogar com as classes que está afim de jogar naquele momento. (e é por isso que eu tenho um character de cada classe, excetuando apenas priest e shaman, que nunca me deram curiosidade).

    Tenho que ver com calma esse lance do /macro depois. Logo que acessar de casa eu publico aqui nos comentários o modelo de macro que eu uso.

    Abraços do Verde.

  5. Acho que você generalizou um pouquinho, ok … xD .. embora o que você diga seja verdade.

    Comecei a uns messes atrás e meu ex namorado chegou ao 80 antes de mim, pronto, começou. “Tem que upar i i” “Vai upar i i” “Que vergonha, já to no 80 i i” mas nada foi realmente cansativo ou frustante. Medforde, um BR do grupo me rushava com freqüência, a guilda aonde eu to, chamada Revoltados, ajudava bastante, vários itens eram dispostos para ajudar na guild bank e o pessoal não cobrava nada com tanta freqüência (menos o meu ex XD)

    Quando eu cheguei ao 80, fiquei toda feliz e contente “Agora vamos fazer as raids legais?” “Não” “Porque?” “Você não tem gear…” Junto comigo, jogam 3 amigos de Brasília, Diana, Miojo e Antonio, Miojo já estava no 80, a Dee nunca upa e o Antonio esta no 70 … você começa a perguntar mais vezes em que level ele está e o que faz com seu tempo, mas entenda, que não é maldade, na da minha parte, eu quero que cheguem no 80 não porque PRECISO DELES, mas porque queria jogar com eles, não posso arrastar eles para uma raid no leve 80

    Na minha guilda, no geral, o pessoal não se cobra, não é grande, tem 10 pessoas para fazer 10 man e alguns outros low leveis, foram varias as vezes que vi alguém se cobrando para chegar no 80 e sempre wipamos nas raids pq ninguém esta acostumado… mas ninguém deixou a guilda ou desistiu de tentar, não sei, é uma vontade de fazer amigos e jogar juntos, as piadas internas surgiram, o povo já se conhece bem, zuamos horrores no ventrilo .. está divertido …

    Mas confesso que começar a jogar wow sozinho e tentar achar uma guilda que preste ou pessoas que queriam a mesma coisa que você é meio frustante … o pessoal quer gold, poder, gear … eu não me apresso, menos quando quero ajudar, já que sou a priest do jogo.
    Quanto as instancias, eu entendo a irritação dos gringos, é muito chato quando você wipa pq o noob quis agrar 300 mobs diferentes, mas acho que poderiam ser mais educados.. quando eles são chatos de mais eu começo a falar português, eles odeiam, é ótimo.

    • Eh… talvez eu possa ter generalizado um pouco. Coloca na conta da frustracao que eu estava sentindo no dia por nao estar mais me divertindo por conta das posturas estressantes de varias pessoas com quem convivia no jogo. Chutei algumas pessoas da guilda, passei mais tempo com meus alts fazendo missoes sozinho e passeando um pouco, e agora jah estou mais calmo. =P
      Mas ainda acho que ha um grande fundo de verdade no que eu falei.

      (a proposito, desculpem a falta de acentos e cedilha. estou tentando configurar um TouchSmart e ateh agora o teclado nao colaborou)

      Mas como eu estava dizendo, a pressao existe, e afasta a gente de prestar atencao em outros aspectos do jogo que sao muito bacanas. Ou sera que eu sou o unico louco que gosta de passear pelos cenarios, descobrir lugares, colecionar roupas (sim, tenho algumas alts que chegam a ter metade do banco tomado por seu guarda-roupa), conhecer a historia do mundo, etc. Mais da metade dos jogadores nao conhece o nome de nenhum personagem do jogo que nao faca parte de uma raid ou dungeon. Muitos nem sabem do que se tratam as raids de lvl 60, nem quais sao suas historias?

      Entao, talvez eu nao tenha me feito claro… mas para muito alem da pressao para “levelar” e “pegar gear” pras raids, existe uma certa presao para fazer coisas consideradas “uteis” no contexto do power gaming. Ninguem entende, por exemplo, quando voce diz que nao vai fazer heroicas hoje pq quer passear por Northrend e conhecer lugares novos.

      Mas agora me diz… vc joga em Warsong? Qual o nome da guilda de vcs? Tava querendo conhecer mais gente do jogo. Se rolar, posso ateh passar um dos meus alts pra guilda de vcs soh pra ver como eh. E de qq forma, podemos marcar umas raids interguildas. Hoje mais tarde a Blood Sigil, minha guilda, vai brincar de visitar a dona Ony. =)

      p.s. minha opiniao sobre os gringos nao eh muito diferente da minha opiniao sobre os brasileiros no jogo. ambos sao igualmente chatos uns com os outros. a implicancia eh mutua. mas eu constumo dizer que falar numa lingua que o outro nao fala eh muitas vezes sinal de desrespeito.

  6. Só tenho uma palavra para o cara que escreveu esse post:
    NOOB =/

  7. Cara, não li os comentarios, mas o texto achei excelente, eu próprio sou um jogador que não faz nada em grupo, pq (mesmo sendo de lvl baixo), quando vai fazer qualquer coisa em grupo os cara ficam dizendo como jogar, uma vez até um admin me kikou duma dungeon por nao ta jogando como o grupo desejava!

    Posso postar tua materia la no cadeogame.com.br?

    PS: noob com orgulho, não jogo para ser o mais forte, mas pelo prazer de jogar!

  8. Fique à vontade para postar a matéria em seu blogue, contanto que cite e linke a fonte. Abraços do Verde.

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