Arquivo para fevereiro, 2011

A GVT me surpreendeu com excelente atendimento

Posted in Brasília, Nosso Mundo, Vida Digital with tags , , , , , on fevereiro 15, 2011 by Daniel Duende

Fiquei supreso, muito positivamente surpreso, com o atendimento que recebi da GVT ainda agora quando fui reclamar a respeito da instabilidade de minha conexão de banda-larga. Não só o atendente foi extremamente simpático e atencioso,  se prontificando imediatamente a enviar um técnico para verificar a irregularidade — que segundo ele pode ter sido causada pelas chuvas que teriam danificado a antena do prédio — como detectou que minha velocidade de download estava fora das especificações… e iniciou o conserto na mesma hora.

Minha taxa de download que nos últimos dias não passava de 400kbps voltou a bater nos honrosos 8.90mbps (segundo o speedtest.net), embora a instabilidade da rede ainda esteja fazendo com que ela fique abaixo disso.

Quando o tecnico da GVT passar por aqui para verificar o problema, faço um update. Se ao final do atendimento deles eu REALMENTE chegar a ter a velocidade pela qual estou pagando (o serviço contratado é de 10mbps), vai ser uma das melhores surpresas (ao menos na área de serviços prestados) deste ano.

P.S. Pra você ver como é o Brasil. Quando a gente é BEM ATENDIDO por uma empresa, a supresa é tanta que até motiva um post em nosso blog pessoal. Mas seguindo a idéia de estimular (e reconhecer) o que é bom, faço o post de elogio a GVT sem vergonha alguma. E faço votos de que eles consigam realmente corrigir o problema da minha conexão. Ao menos até agora, atenção, eficiência e simpatia não faltaram a eles neste atendimento.

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Eles estão no meio de nós (e no meio da estrada)

Posted in Absolute Nonsense with tags , , on fevereiro 8, 2011 by Daniel Duende

(do blog picture is unrelated, via @kov e @cesaraovivo no identi.ca)

Falar é sempre muito fácil (o difícil é aprender a calar a boca e fazer o que tem que fazer)

Posted in Meu Mundo, Nosso Mundo with tags , , , , on fevereiro 8, 2011 by Daniel Duende

Depois dos 18 meses de idade começa a se tornar cada vez mais fácil falar. E falar — e por vezes falar demais — é algo que a maioria de nós faz ao menos uma vez na vida (e mais provavelmente muitas). Alguns de nós são particularmente chegados em fazer discursos políticos, éticos, morais ou de algum tipo híbrido entre eles, incluindo auto-exaltações discretas e apontamentos (discretos ou não) de indicadores nas caras alheias. Mas falar é sempre muito fácil. O que a maior parte de nós esquece é que toda palavra é vã quando não é sustentada por atos, e que quando a gente aponta o dedo na cara dos outros, tem sempre pelo menos mais três dedos apontados para nós mesmos.

Dizeres sobre dedos a parte, é sempre sábio refletir sobre si mesmo honestamente antes de falar dos outros (ou de si mesmo, também), e já que você já está refletindo, aproveitar para refletir qual é a verdadeira relevância e os seus verdadeiros motivos para abrir a boca. Na minha experiência, mais da metade das vezes em que eu fiz isso acabei decidindo ficar calado, e tenho a impressão de que tornei o mundo um lugar um pouco menos estúpido ao menos por alguns segundos.

Não é à toa que o jeito mais fácil de se fingir de sábio é ficar de boca fechada e, de preferência, manter as mãos ocupadas.

O olhar da propaganda sobre as mulheres.

Posted in Nosso Mundo with tags , , , , , , on fevereiro 7, 2011 by Daniel Duende

Ninguém leva a propaganda a sério, nem mesmo a própria propaganda e seus artífices. Mas talvez seja importante levar a sério a maneira como a propaganda — e a indústria — enxergam as mulheres para entender a dimensão do desrespeito e massacre da qual elas são vítimas em nossa cultura não-civilizada de cidadãos ocidentais do terceiro milênio. Repudio não só a indústria da propaganda que diminui a mulher, e deixa subentendido um papel indigno para ela na sociedade. Repudio também a indústria que se apóia nesta submissão consumista e consumidora de almas.

Abaixo, um vídeo (em cinco partes) difundido no Facebook por Patrícia Nardelli, estudiosa da temática de gênero na comunicação.

E aqui vão as outras 4 partes do vídeo…

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A crença e a suspensão de descrença

Posted in Meu Mundo, Nosso Mundo with tags , , , , on fevereiro 4, 2011 by Daniel Duende

Hoje, respondendo a mais um cristão incomodado com as críticas que fazia a seu Papa em meu já encerrado blogue Alriada Express, me lembrei de um post que comecei a escrever certa vez  e nunca terminei. Tentei resgatar este post aqui,  não em sua (verborrágica) literalidade, mas ao menos em essência (e creio eu, uma essência bem mais enxuta).

Já observaram a forma como, para a maioria das pessoas, a fé toma a forma de uma cegueira seletiva? Calma, eu explico. A maior parte das pessoas (e eu posso estar aqui muito bem falando também de mim e de você) parecem confundir crença com cegueira quando se alinham — ou afiliam — com esta ou aquela Instituição Religiosa ou Política (duas “coisas” que no fundo são quase a mesma coisa). Ao mesmo tempo que se tornam exageradamente bem dispostos a aceitar quaisquer afirmações feitas pela instituição, com pouco ou nenhuma crítica a respeito de seu conteúdo, estas mesmas pessoas parecem impermeáveis a quase qualquer crítica ou evidência desabonadora a respeito de sua(s) instituição(ões) de escolha.

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